Avaliação Neuropsicológica
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Avaliação Neuropsicológica

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O que é? 

É um exame que tem como objetivo mensurar e descrever o perfil de desempenho cognitivo, avaliando suspeitas de alterações cognitivas que podem ser decorrentes de desordens neurológicas e outros transtornos. 

Como é feito?

A dinâmica do exame acontece ao longo de 6 a 10 sessões em média e compreende as seguintes etapas: 

Entrevista Inicial – visa, entre outros aspectos, colher a história clínica da pessoa e ouvir os relatos da família relativa às mudanças que têm observado no seu familiar recentemente. A ideia é colher informações que permitam contextualizar o desempenho do indivíduo nas suas atividades diárias. É importante obter o histórico familiar do paciente relacionado a queixa apresentada.

Aplicação de testes – Utilização  de um conjunto de instrumentos para avaliar as funções cognitivas superiores:

 

       -  Atenção, memória e aprendizagem

       -  Planejamento e organização (funções executivas). 

       -  Habilidades perceptivas e motoras. 

       -  Habilidades visuo-espaciais. 

       -  Habilidades acadêmicas. 

       -  Resolução de problemas. 

       -  Capacidade de raciocínio e julgamento. 

       -  Linguagem

       -  Humor e comportamento

Devolutiva : consiste na explanação dos resultados da avaliação  ao paciente e à família.

Qual o objetivo? 

 Investigar o perfil cognitivo na presença de queixas de desempenho ocupacional, de aprendizagem e comportamentais, com impacto na vida diária do paciente. .

Quando é indicado? 

A Avaliação Neuropsicológica é indicada quando há necessidade de:

 

- Detectar uma desordem neurológica (por exemplo: lesões por anoxia, quadros de demência, acidente vascular cerebral, traumatismo crânio encefálico etc.). 

- Estabelecer diagnóstico diferencial entre uma síndrome psicológica e uma síndrome neurológica. 

- Monitorar a recuperação cognitiva ou evolução de uma desordem neurológica. 

- Avaliar o funcionamento cognitivo de uma pessoa afim de propor um plano de reabilitação ou o desenvolvimento de estratégias para lidar com as dificuldades advindas de déficits cognitivos.

- Orientar os familiares do paciente sobre a melhor forma de ajudá-lo. 

- Responder questões acerca das possibilidades do paciente dirigir veículo automotor, cuidar do seu dinheiro, retornar ao trabalho ou à escola, viver independentemente, tipo de terapia mais indicada etc.

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